sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Obrigação desistência

Cabendo sempre o suficiente,
Mais do sempre fim ou meio final,
Do mesmo filme a cena fria ou sem sal,
Vista do olhar mais crítico e eficiente.

Você, teu dom, teus peitos.
Casualmente encantado o mundo fica contigo!
Adoro quando ficamos.
Juntos e distraídos.

Embasada em se detalhar todo o tempo e bem precisa,
Precisando sempre de mim pra que lhe diga:
Tá linda!
Ou qualquer coisa elogiando,
Dizendo sempre o bom e velho:
Vamos amiga!

Fico tonto e fraco,
Não sei mais o que faço com toda essa fadiga.
Dê-me um abraço.
Nele eu desfaço sempre.
Desfaleço, uns risos contentes e uma boa dica:
Nunca deixe de me abraçar.

A minha carência é mais amiga tua do que minha.
Entenda se quiser, vou te dar o mesmo velho bom dia.
Se não quiser entender,
Tudo bem.

Falta só um fio de incoerência,
Para que a gente cuide do amor e da nossa indecência,
Longe de ser eminência, desviando toda e qualquer exigência,
Que limite, desgaste, deslize ou disfarce o que é te amar.

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