Ela se tatua na
minha mente
Com poucos peitos e
alguns dentes
Não percebe o quanto
é tão impertinente
Clareando em poucos
dias o quanto somos divergentes
O rosto dela é
tatuagem em quem a sente
Tente e falhe
ordinariamente
Incompetente, cego e
persistente
Em vez de amor, trago
lixo e prosa incoerente
Se jogando goela
abaixo,
Empurrado lentamente
por baixo,
Encaixo poucos
dedos, me acho
Causando prazer
iluminando o facho
Capacho, quem dera,
ela me libera o fardo
Carregaria sem
esquemas a leveza dessa tempestade
Bicho selvagem que
não sossega com o mais pesado dardo
Fazendo da calmaria
plena uma tremenda festividade
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pelo comentário e pela leitura, somos singelamente gratos!