Os ventos, o funk antigo,
Os ventos, os vizinhos.
A poeira cósmica que somos,
Levantada gravemente com os ventos.
Atenção dobrada no entorno,
Reparando minuciosamente os sentimentos.
Os ventos, sentidos atenciosamente.
A mente aprisiona com raiva esse momento.
Relatos do meu coração dizem:
Coração não fala, metaforicamente falando.
Impulsionado por sei lá o que o peito fala:
Cala a boca ignorância, a razão tá falando.
Os ventos não cessam, são como os pensamentos.
Sentidos, sentimentos. Sinapses em menos de um segundo.
Segundo turno elegendo os piores vagabundos.
Acabando com a esperança num só momento.
Os instantes rápidos que nos fazem esquecer de pensar.
São sentimentos.
Esqueço sempre o valor do brilho de um olhar,
Valorizando sempre mais as roupas que os momentos.
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