terça-feira, 27 de outubro de 2015

No amor não coube esperteza

enquanto aurora você sorria.
brilhava o sol no creme dos teus cabelos!
e eu com a mesma cara de derrotado;
pela vontade de me ter nos teus beijos.

o amor tampouco salvou o poeta!
quanto excomungou a tristeza;
se bem que eles são pares...
não coube a ele avareza.

ela chora quando lembra dos risos;
reclama das minhas roubadas ;
e ri das lágrimas dadas,
por um teto qui si foi ao piso.

se amar é assim tão disperso!
admito que disso eu mais quero!
entender o que é incompleto!
e viver por inteiro o incorreto!

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