quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Vem da mente e do coração

Emana da voz aquilo que exala da mente.
O que se exalta inerente ao que é pensamento;
Que se pensa inconsciente, nem sempre é relatado;
Mas da voz saem coisas que vem de ambos os lados.

Tens a voz da razão, a face do racionalismo.
Toda boa impressão é contestada sem vícios.
Não há razões ou motivos pra qualquer conformismo;
E qualquer suposição é descartada sem princípios.

Tens a voz da ilusão que é bem mais confortável,
Trás com ela um bom som, confiante e inefável.
Te agrada em bons tons, de azul e vermelho;
E de bom grado te faz se ver bem ao espelho.

O amor vale as penas quando são bem tratadas.
É razão do poema e ilusão de carijó;
Faz o opaco se encher, gratificar-se, enternecer.
Vai além de você, não vale desatar o nó.

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