segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Universo quase paralelo

Amante de amores utópicos
daqueles que tiram o sono
de mulheres belas e seus protótipos
e os inesquecíveis abandonos

De poesias jogadas ao vento
que ninguém apanhou para ler
onde o sofrimento é questão de tempo
e o tempo te ensina a viver

Amores de lágrimas exaustivas
e de risos poucos corriqueiros
de depressões chamativas
e sentimentos verdadeiros

Talvez seja apenas masoquismo
e esteja longe de ser amor
mas com todo lirismo
é gracioso sentir dor.

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