A gente dança com o que dança com a gente.
Agentes agem conformem agem-se gentes.
Ai gente! A vida nem sempre é condescendente.
Perdoamos tantos deslizes pra sermos sempre incoerentes.
Inconsistente como olhar a palma das mãos pra comprovar que tu não soltou. Provar pro mundo, implorar aprovação. Dizendo, não fui eu, olha aqui, a mão não tá amarela. Patético. Como toda a estética de um romance dialético, previsível, talvez por isso harmônico, quem sabe até bonitamente poético. É estético. Eu defino do meu jeito aquelas coisas que não entendo, um tanto quanto biflexo. Diz-se sobre o léxico, o amor que cabe em gavetas, explode mundos e planetas em alguns contos sci-fi dos serviços de assinatura cibernéticos. Quero tá sempre sendo eclético, amar como Gandhi, amar como Sant, amar como quarenta e cinco pessoas numa fila pra sentir a deglutição de uma quantidade exótica de batatas sintéticas. Volto aqui pra dentro do quarto, dentro do meu peito, de baixo do ventilador de teto. Devoto a encontrar qualquer coisa que me faça gostar menos das lembranças de passar um tempo com você.
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