As ruas presenciavam a mais nobre foliã
brilhos que atraem e centralizam a atenção
desfilava sem a preocupação do amanhã
pés guiados pelos passos da multidão
Camuflou a pele com purpurina
as cores do arco-íris beijavam o chão
no asfalto do Rio era história sendo escrita
sem quarta feira para cremação
E de meu corpo fez passarela
fatalmente é um enredo soberano a passar
entre notas artísticas, a alegoria mais bela
dos jurados veio o dez sem titubear
Luzes da cidade espelham seus paetês
que mais pareciam um feito natural
dias que poderiam transbordar o mês
ou todo mês transbordar carnaval.
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