o que os olhos veem
a mente manipula pro coração sentir
enquanto leio a bula, afogo minha ternura em mais um
copo meio vazio da mais barata gêmea de 51
será que eu sinto no peito ou na imaginação?
é fácil saber de onde vem a dor,
mas e quando a dor não vem e é só tudo inquietação?
apelo para os que dizem não,
quando bate à porta as aves e os leões
as naves e os grilhões,
lhe gritando: FUJA DE RAZÕES!
perco meus culhões perante ao brilho externo
que o interno insiste em por pra fora dela.
amarela, vermelho feito tomate em pleno inverno
esqueço que a amo quando sinto que tô sem ela
será que o coração sente ou é só eu do mesmo jeito?
tentando cavar sentimento em concreto,
ignorando as facadas no peito
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