o sonho dela era o que eu sempre sonhei
eu sentia por ela o que ela sentia por Deus
não cabia em mim o que eu inventei
mas cabia na oração o que ela falava do ex
eu prezava pelas gotas do instante
ela a enxurrada da previsão
preocupado sempre com o cativante
enquanto ela sorria sempre pra ilusão
não me conforto com o haver do não
nem desejo o sim pra tristeza de não me ter em mãos
quero dar as mãos
dizer não aos nãos
e que se vão os vãos
de bike ou a pé,
pelados beirando a maré, baixa,
baixo volume na voz e a cara calma.
te acalma o tom da minha voz assim?
muda.
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