quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

A madrugada

No silêncio da madrugada
A reflexão e a nostalgia vem à tona
A serenidade que invade sem pedir licença
Mas também não precisa

Aquela antiga saudade afogada num café
Uma saudade com cheiro de mulher
A saudade que é a saudade que é!
Que estará comigo pro que der e vier!

Aquela tristeza sem tamanho
Que se esvai com o tempo
Um tanto quanto lento
Que vem junto ao vento

Aquela felicidade ligeira
Que invade o peito
Parece um monte de besteira
Mas deixa qualquer e quem quer satisfeito

Na madrugada tudo pode aparecer
Até o fantasma que você não queria nem ver
O fantasma que queria apagar da memória
Aquele velho fantasma da sua velha história.

Poema de Felipe Alves Barbosa, visite seu Facebook.

Publique aqui também, saiba mais clicando na imagem:
 Publique seu texto também!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo comentário e pela leitura, somos singelamente gratos!