Faz na cama o amor, paga o sono sem dispor
Da sua inviabilidade de não querer se recompor.
Ama a gana da flor, faz dela um cajado bem leve.
Pra abrir o mar como Moisés ou deixe que te carreguem.
Já na cama do amor, que você ama tanto,
Deixa o pranto de lado, e trate de amá-lo.
Já no dia seguinte, que você exala o pranto,
Deixa o amor em seguida, se dispor do teu lado.
Agora a bola da vez é você rebater
E dizer pro amor tudo que tem pra dizer.
Fala pra ele do canto que você manifestou
No seu peito quieto, mas lhe causou tanta dor.
E aquele dia das flores, as que você recusou.
Que tu as quis como nunca, mas por alguém dispensou.
Agora lembra esse amor, que o passado já era
E que agora és só dele e de ninguém se esmera.
Pronto, acabou, já esvaziou o teu peito?
Agora pega na mão e acaricia sem medo.
Diz que é só dele e que ele também será só teu.
Diz que é nele que vê aquilo que nunca conheceu.
Bravo!
ResponderExcluirQue lindo *--*
ExcluirObrigado Lolô
ExcluirObrigado gustavão
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