Em desgaste se embarace,
Nesse entrave sem que o baque;
Te desanuvie.
Entre os ares dos enfoques,
Que eu atei na tua alegoria;
Entro em desalinho.
Convoco todos meus amigos pra dizer,
Que você, doce razão, não carrego mais consigo,
Já que me poem sempre em prisão e não me trás nenhum abrigo.
Torço pra ti, que alcance teu altar
Mas na cabeça daqueles de lá,
Que não acreditam no amor.
Pois foi você quem me ensinou:
A razão da vida é o amor,
E toda incoerência que ele trás,
Porque sem ele a vida era pouca,
E não há nada mais que satisfaz.
Não há condolências internacionais,
Vestimentas do mais alto cunho social,
Libertinagem boa — a mais sagaz —
Que supere um doce e sincero amor escomunal.
Se desenrole, desanuvie
Te ame mais, ame a si mesmo
Me ame atrás, com peito a esmo
Entre as aves da paisagem:
Libertinagem do amor às margens
Da avidez de uma paz sem risco.
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