O tempo faz de nós prisioneiros do amor
daquele que foi e nunca mais voltou
dos que fazem saborear a dor
e, por fim, nem poeira sobrou
Faz pensar se a vida vale a pena
põe em dúvida a sua força
obriga a escrever poemas
e esquecer de lavar a louça
Traz lembranças ruins
e ter que viver momentos vividos
não é tempo de serafins
mas restou os ruídos
Não temos que voltar ao eixo
irá se repetir a estória
somos capazes de mudar o contexto
mas nunca a trajetória.
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