quinta-feira, 13 de março de 2014

De mim mesmo a mim

O rosto que eu mas via,
Era o que mais desejava;
Aquilo que eu nem sentia,
Me guiou pelas vias largas.

O aflito sorriso efusivo
E o rosto triangular,
Faziam de mim um contudo
E um portanto a se zelar.

Pensando diversas vezes em pousar
E nunca mais levantar voo;
Uma vez me encontrei comigo mesmo,
E conversamos durante horas sem parar.

O belo rosto que agora me guiava,
Me dizia tantas coisas boas pra brindar;
E aquilo que fingia não sentir,
Me indicou o melhor caminho pra trilhar.

O sorriso ainda aflito e sem embargo,
Sem nenhum motivo pra essa matriz.
Contudo, se abria cada vez mais largo,
Portanto, assim se fez bem mais feliz.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo comentário e pela leitura, somos singelamente gratos!