segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O amor como vaidade

Aquilo que você chama de amor
É nada mais que a vaidade.
Do coração se esvai a dor
E na cura vem a verdade.

Das carícias bem sucedidas que me fez,
E o beijo macio que mais pareciam abraços
De tão longos e suaves, 
Um afago de Deuses devassos.

Dos olhares mais lindos e azulados,
E as ondas castanhas sobre eles
Me deixavam sempre deslumbrados
Quando então reparava os fatos:

Do coração que se esvai a dor
E na cura vem a verdade
Aquilo que me trazia amor
Nada mais era do que vaidade.

2 comentários:

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