quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Paula



Quem vê não sabe, quem conhece vê
Que quem sabe não vê, aquilo que quem conhece vê

Era menina de paixões, romances, rojões
De amor, de carinho, de beijos e feitiços
Amante do drama, do adultério, do mistério

Bonita de linda, perfeita de imperfeição
Contrária a certeza, era essa Paula de motivos
Pra se apaixonar, pelo seu sorriso
Tinha um dom pra fingir amar,
Pra se enganar, pra se entregar

Amou alguém de brincadeira, mas amou pra vida inteira
Era ele o mesmo que a amava, mas por medo não se entregava
Preferia ir de flor em flor, colhendo o pólen de cada
Volvendo ocultar o amor que tinha por uma flor bem amada


Ramirôt

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